Nome cientifico: BARBO (Barbus bocagei)
Origem e distribuição,Espécie autóctone da Península Ibérica. Em Portugal é muito comum, encontrando-se em todas as bacias hidrográficas, à excepção das do Mira, Guadiana e ribeiras do Algarve.Estão referenciadas mais quatro espécies de barbo: o cumba, o barbo-de cabeça-pequena, o barbo-do-sul e o barbo de Steindachner, endémicas da Península Ibérica.Características; Corpo alongado e comprimido lateralmente, com focinho pontiagudo. Boca inferior com lábios grossos, apresentando dois pares de barbilhos bem desenvolvidos.O último raio simples da barbatana dorsal é ossificado e denticulado. Dorso castanho-oliváceo; flancos e ventre claro.
Habitat; Espécie de fundo, vive no sector médio dos rios, de correntes moderadas e de águas não muito frias, a chamada “zona do barbo”. Refugia-se junto às margens, nas pedras e vegetação.
Alimentação; Espécie omnívora/detritívora, alimenta-se de detritos e restos de plantas, moluscos, crustáceos e insectos.
Reprodução; Desova na Primavera, em zonas de fundos pedregosos e arenosos de águas pouco profundas e bem oxigenadas.
Na época de reprodução os machos apresentam umas pontuações brancas à volta do focinho – tubérculos nupciais.
Defeso; 15 de Março a 31 de Maio, sendo a abertura da pesca desportiva antecipada para 16 de Maio, quer seja exercida individualmente ou em competição, sendo nesta última imposta a obrigatoriedade do uso da manga.
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