Quercus, pede ao mais fiscalização dos rios portugueses para evitar extinção de peixes como a lampreia-marinha.
Em comunicado divulgado a associação ambientalista revela ter solicitado ao ministro da Administração Interna que «transmitisse instruções claras aos comandos das forças de segurança, em particular da Guarda Nacional Republicana, no sentido de se intensificar a fiscalização da actividade piscatória nos principais rios do país», um esforço “adicional” que pretende «reduzir a perda de biodiversidade no Ano Internacional da Biodiversidade».
Este pedido incide particularmente na época de migração das espécies piscícolas, que se iniciou em Janeiro e termina em Maio/Junho.
Com esta iniciativa, a Quercus pretende que sejam criadas bases para desenvolver um modelo de fiscalização contínuo e sistemático que venha a permitir recuperar espécies migradoras de elevado interesse económico.
Na opinião da associação Quercus, a pressão da pesca ilegal e o excesso de captura de peixes migradores, sem que a fiscalização policial esteja assegurada, é decisiva para o desaparecimento de algumas espécies.
A Quercus, que deu conhecimento deste pedido ao Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, alertou também para o perigo que a construção de barragens e açudes constitui para as espécies. O esturjão é o exemplo de uma espécie que existia nos rios Douro e Guadiana e que acabou por desaparecer nas décadas de 70 e de 80, sendo impossível actualmente qualquer acção de recuperação da espécie no país, devido ao estado de degradação da qualidade do habitat.Em risco de desaparecer estão peixes como a lampreia-marinha, o salmão, a truta-marisca, o sável, a savelha, embora com uma melhor condição que o sável, ou a enguia.
Quercus, pede ao mais fiscalização dos rios portugueses para evitar extinção de peixes como a lampreia-marinha e enguia.
Em comunicado divulgado a associação ambientalista revela ter solicitado ao ministro da Administração Interna que «transmitisse instruções claras aos comandos das forças de segurança, em particular da Guarda Nacional Republicana, no sentido de se intensificar a fiscalização da actividade piscatória nos principais rios do país», um esforço “adicional” que pretende «reduzir a perda de biodiversidade no Ano Internacional da Biodiversidade».
Este pedido incide particularmente na época de migração das espécies piscícolas, que se iniciou em Janeiro e termina em Maio/Junho.
Com esta iniciativa, a Quercus pretende que sejam criadas bases para desenvolver um modelo de fiscalização contínuo e sistemático que venha a permitir recuperar espécies migradoras de elevado interesse económico.
Na opinião da associação Quercus, a pressão da pesca ilegal e o excesso de captura de peixes migradores, sem que a fiscalização policial esteja assegurada, é decisiva para o desaparecimento de algumas espécies.
A Quercus, que deu conhecimento deste pedido ao Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, alertou também para o perigo que a construção de barragens e açudes constitui para as espécies. O esturjão é o exemplo de uma espécie que existia nos rios Douro e Guadiana e que acabou por desaparecer nas décadas de 70 e de 80, sendo impossível actualmente qualquer acção de recuperação da espécie no país, devido ao estado de degradação da qualidade do habitat.Em risco de desaparecer estão peixes como a lampreia-marinha, o salmão, a truta-marisca, o sável, a savelha, embora com uma melhor condição que o sável, ou a enguia.
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